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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Railay Beach



Desde que me mudei da selva de pedra paulistana para a Floripa, nunca mais meu foco de férias foram praias. Mas as fotos e a fama das praias na Tailândia, assim como o fato de estar viajando com uma amiga que mora em Sampa, fizeram com que reservássemos 8 dias para as praias Tailandesas. 
Seriam 4 dias em Railay Beach, no Oceano Índico, e 4 dias em Koh Tao, no Golfo da Tailândia.

Então embarcamos em Chiang Mae para uma rápida troca de vôos em Bangkok, e de lá para Krabi. Nosso destino, Railay Beach, era a praia mais afastada e mais roots de Krabi, justamente aquela onde muitas fotos das propagandas da Tailandia são tiradas. É também conhecida por ser a praia dos escaladores, pois as praias são cercadas de rochedos altíssimos.

Ignorando todas as previsões do tempo sobre a chegada das monções à Tailandia, mantivemos os planos. Chegamos em Krabi sob chuva. De Krabi, foram 40 minutos de carro, e depois 15 minutos de barco até chegarmos ao nosso destino, o Railay Beach & Spa Resort, que tem a posição mais privilegiada no local, sendo de frente para a praia maravilhosa de Railay West, e atravessando a península e indo até o lado leste, onde tinha saída para a outra beira-mar, que é onde estão os bares, restaurantes, lojas, etc.

Foram 4 dias seguidos de chuvas torrenciais e um vendaval que fez o vento sul de Floripa parecer uma brisa. Para mim até que estava bom, pois foram nossos primeiros dias sossegados depois de um turismo intenso pela Tailândia. Fiz yoga todos os dias, e como eu gosto de praia até com chuva, rolaram caminhadas e muitos mergulhos em um mar delicioso. Só que não deu para fazer os passeios para os locais famosos, como Phi Phi Island e outros. E depois de 4 dias de chuva.... resolvemos cancelar os 4 dias seguintes que seriam em Koh Tao, que é uma ilha que fica a 5 horas de barco da costa... imagina só sacolejar naquela tempestade por 5 horas!!

                                      Esta é a praia bem de frente para o nosso hotel.


Aqui o nosso quarto. Por conta da chuva, foi o único quarto da viagem até agora onde passamos um certo tempo. Rolou até filme no dvd.  Tinha uma varanda enorme, que era onde eu fazia o meu yoga matinal, para chegar no café da manhã feliz.



                                   Aqui é Railay East (leste), a parte dos fundos do hotel.



                           Este era o caminho-caverna para se chegar na linda praia seguinte.



Esta era a praia seguinte, famosa entre os escaladores. Um visual lindo, paredes rochosas e mar cristalino. 



                           Pad-Thai de frutos  do mar com farofa de castanha do caju. Dia sim-outro-também. 




A política de sustentabilidade da região é surpreendente. Apesar de ser afastada de tudo, o esgoto é todo tratado, o lixo é reciclado.



                            Barquinhos indo e vindo na praia eram uma constante na paisagem.


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Pai



Pai foi um lugar que 2 grandes amigos me recomendaram, mas não me falaram o que havia de bom para fazer por lá. Até procurei no Google, mas não achei muita informação. Como recomendações de tão amigos assim a gente não desconsidera, lá fomos nós de mini-van a partir de Chiang Mae para Pai, que fica bem ao norte da Tailândia, quase na fronteira com Myanmar, e tem apenas 2000 habitantes. 

Foram 80 km de uma estrada maravilhosa até lá. Parecia a Serra de Taubaté, mas o tempo todo com aquelas curvas fechadas e uma vegetação exuberante, paisagens lindas, e estrada boa. 

Chegando em Pai, logo percebi o porque das recomendações. Não precisa haver nada de especial para se fazer em Pai. O vilarejo de Pai em si já é muito especial. Me lembrou muito o centrinho da Praia do Rosa, mas ainda mais charmoso, os restaurantes, cafés, bares super descolados, e tudo rodeado de montanhosas altíssimas e maravilhosas!

                            Descendo o Rio Pai de bóia com um sol fervendo na cabeça, cada uma....



Ficamos nesta pousada que foi um verdadeiro achado. O preço era tão bom, que a gente desconfiou, mas os depoimentos dos viajantes eram muito bons. Então resolvemos arriscar. Os quartos eram ótimos, uma piscina deliciosa onde a gente ficava horas no final do dia ( até então, todos os hotéis onde a gente ficou tinha piscina, mas não tínhamos entrado em nenhuma.). E era a 2 minutos da rua principal da cidade.


Teve uma manhã que a gente saiu para dar uma caminhada, e gostou tanto, que voltou à tarde de bike, para poder ir mais longe e curtir mais. Foi uma delícia!



Esta é a rua principal. Vários restaurantes e cafés deliciosos, e várias agências vendendo todo tipo de passeio.


 As frutas na Tailandia são deliciosas. E todo lugar vende um saquinho com frutas já descascadas. Então toda hora eu comprava esse saquinho de abacaxi e comia no palito. Substituto de habitual pão de queijo.

sábado, 15 de junho de 2013

Chiang Mae



Chiang Mae é uma cidade grande 1.600.000 habitantes, é a segunda maior cidade da Tailandia, mas tem astral de cidade pequena. É considerada a capital cultural do norte da Tailandia. Adorei esta cidade. Ao mesmo tempo que mostra em todos os seus detalhes que estamos na Tailandia (mais de 300 templos, tuk-tuk, comida Thai, povo incrível), é muito mais tranquila que Bangkok e uma delícia de simplesmente passear por aqui.

Ficamos em um hotel na cidade antiga, o Buri Gallery House. Muito bem localizado, de onde íamos à pé para todo lado, descobrindo novos restaurantes, templos, artesanato, mil coisas. Ao chegar no hotel, já planejamos nossas atividades que tanto queríamos fazer no dia seguinte: a Lu queria ir andar de elefante, e eu estava louca para pedalar pela floresta tropical local, já que tinha ouvido falar que Chiang Mae  é ótimo para isso. E realmente nós duas ficamos super felizes com nossas escolhas.
Já emendei o pedal com 2 horas de massagem, que foi ideal para meus músculos super doloridos, e depois um jantar Thai em um restaurante contemporâneo que foi delícia!

De Chang Mae, fomos para Pai, e de lá tivemos que voltar para Chang Mae para poder pegar o avião para Krabi. Nesta segunda vez, ficamos só 1 dia em Chiang Mae. Nos hospedamos no Hotel At Chiang Mae,também na cidade antiga, mas em outro local, que parecia totalmente diferente da localização que ficamos antes. Este hotel era ótimo, num local muito mais animado. Resolvemos ir conhecer o famoso “Night Market”, que curiosamente também abre de dia, e foi uma perdição! Várias comprinhas de roupas legais, e principalmente de bijuterias de prata e pedras, tudo tão lindo!

 Esta é a entrada do templo mais famoso da cidade, Wo Suthep. Fica no topo de uma montanha, e tem uma escadaria infindável para chegar lá em cima. No canto direito da foto, uma menininha em trajes típicos que brincava por ali.



Este é o amigo da menininha da foto anterior. Eles são irresistíveis com essas bochechas tão redondas e roupinhas lindas!



Haja dourado!! Aqui já é dentro do espaço do templo, onde há monastérios, diversos templos, e muitos Budas.


Este foi o Buda que mais gostei, e a Lu logo falou que era só porque ele não era dourado. Mas alem disso, adoro essa posição das mãos dele e o sorriso.



No dia seguinte, a Lu foi se divertir com os elefantes. Dar banho, montar, alimentar. Ela deu tanta comida para este baby, que ele retribuiu com o abraço!



Enquanto ela montava elefante, eu fui fazer o meu downhill de bike. Detalhe dos protetores de braços e pernas que eu nunca havia usado antes. Depois do meu primeiro tombo, eu entendi o motivo de ser obrigatório usá-los.



A floresta tropical na Tailandia é muito parecida com nossa Mata Atlântica. Muitas bananeiras de todo jeito, flores lindas, e muito verde.



No início do downhill, logo após a fase de teste para ver para que nivel de trilha desceríamos, paramos em uma pequena fazenda de café. Ali nos serviram café feitos com os grãos colhidos ali mesmo. Café delícia, ótima fonte de energia e um visual do alto da montanha deslumbrante! Nesta foto, um casal de Malasia, muito gente boa, e nosso guia biker, o Kuhn, que foi sensacional. Recomendo muito esta empresa, a Chiang Mae Mountain Bike. Fui a primeira cliente brasileira deles!

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Ayutthaya



Fizemos um bate-volta para Ayutthaya a partir de Bangkok. Leva 1 hora de trem, e foi bem fácil se virar na ferroviária, todos sempre querem ajudar. Esta cidade foi capital da Tailândia, até ser destruída pelo exército birmanês. As ruínas da cidade histórica hoje são reconhecidas pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade. 

Antes de embarcarmos para a Tailândia, já havíamos reservado um tour em Ayutthaya, que seria um pedal de manhã, seguido por um passeio de barco e depois 2 horas de massagem. Soava muito bem, mas eu nem de longe imaginava que seria a delícia que foi! 

Primeiro que ao chegarmos em Ayutthaya, percebemos que maravilha que era o silencio, a calma e uma cidade sem trânsito nem poluição! O pedal foi muito legal, pois na verdade era um tour pelos 5 pontos históricos mais importantes da cidade. O almoço no barco foi a melhor e mais saborosa refeição de minha vida! E a massagem de 2 horas então... é um conceito totalmente diferente de massagem. É uma massagem com alongamento, onde a tailandesa te torce e estica para todos os lados, da ponta do dedo do pé até o alto da cabeça, uma delícia!! 


                                   Pedalamos até este local, que era o início da Cidade Histórica. 



É impressionante o número de Budas que encontramos a cada poucos metros de caminhada. Toda imagem de Buda é sagrada, então não podemos encostar nelas para tirar fotos, e nem desrespeitá-la de forma nenhuma. Diz a lei inclusive, que é proibido sair de país com qualquer imagem de Buda, mas muita gente leva mesmo assim.



                                Aqui a gente está em trânsito de um ponto histórico para o seguinte.




Foi um luxo visitar um templo tão lindo e vazio. Sensação de PAZ!  Sempre temos que tirar os sapatos ao entrar em um templo.



Esta cabeça do Buda foi encontrada longe do corpo dele há séculos atrás. Ela pesa toneladas, então a deixaram ali. As árvores se encarregaram de fazer uma bela obra de arte com ela. 


Nós temos almoçado e jantado comida Tailandesa todos os dias há 2 semanas, mas nada se compara a este almoço. Foi a refeição mais deliciosa e saborosa que já provei! Este almoço fazia parte do passeio, então o barco era só para a gente. Navegamos por 2 horas ao longo do rio que corta a cidade. Um sonho!