A Incrível Viagem de Schackleton - Alfred Lansing
Este é exatamente o estilo de livro que eu gosto: relato de uma viagem super radical. Mais radical impossível, ainda mais por ser verídica! O livro relata a literalmente incrível viagem de 22 homens, que em 1924, saem da Inglaterra para cruzar o continente antártico, passando pelo Pólo Sul, navegando por mares onde ninguem ainda tinha navegado. O navio encalha no gelo, e acaba sendo destruído. E aí vem a parte mais incrível e eletrizante do livro: Por 6 meses, Schackleton e sua equipe sobrevivem sobre placas de gelo que se deslocam pelo mar congelado da Antártica, até que conseguem começar sua jornada em botes salva vida, pelo mar mais revolto do mundo, em busca de socorro. É simplesmente fantástico!
Baking Cakes In Kigali - Caile Parkin
Trata-se da estória de uma senhora em Ruanda, que tem um pequeno negócio em sua própria casa. Ela faz bolos sob encomenda. Cada pessoa que vem até ela encomendar um bolo, acaba contanto o seu momento atual de vida. As estórias de todos vão se entrelaçando, virando um delicioso romance sobre a vida, amor e bolos. E tudo fica ainda mais interessante por se passar em um país de cultura diferente e tão interessante. É daqueles livros que a gente não quer desgrudar.
O Valor dos Valores - Swami Dayananda Saraswati
Este não é o tipo de livro pelo qual eu teria me interessado espontaneamente. Mas o fato de eu estar praticando yoga, e me interessando cada vez mais pelo assunto, me levou a ele. O livro é uma delícia de ler. De forma leve e fácil, ele discorre por alguns capítulos do Vedanta, que são considerados como aqueles que conduzem ao conhecimento, pois a sua compreensão e a sua aplicação na vida diária são capazes de tranquilizar a mente para proporcionar um campo propício ao auto-conhecimento.
Chico Buarque - Para seguir minha Jornada
Mesmo para quem acha que conhece a trajetória de Chico Buarque que nem eu, este livo é maravilhoso de ler, de folhear, e de se ter em casa. Lendo o livro, fica mais fácil ainda ver porque o sucesso de Chico atravessou tantas épocas turbulentas, tantas fases diferentes da Música Popular Brasileira, e mesmo 46 anos após o sucesso de "A Banda", que o revelou, ainda soa novo e delicioso a cada nova música e cada novo show. Que Chico é de um talento genial, isso todo mundo sabe, mas o livro trás o "por trás dos bastidores" de como algumas músicas foram compostas, as cartas entre ele e os amigos que ficaram no Brasil quando ele morou na Italia, e fotos, muitas fotos deliciosas de ver. Vale cada linha.
Liberdade - Jonathan Franzen
O livro começou meio estranho, muito focado em problemas de uma familia norte-americana, que no início me pareceu até bem chato de ler. Mas subitamente torna-se um romance envolvente que volta ao passado para começar da estória de vida de 3 adolescentes, sendo uma, a estrela do time de basquete da universidade, outro é um cantor de rock, e o outro é um amigo extremamente preocupado com o meio-ambiente e cheio de valores morais. A vida destes três personagens e das pessoas aos seus entornos é um trama que poderia ter acontecido em qualquer lugar, com qualquer pessoa, pois é fácil se identificar com eles. O autor me surpreendeu e me prendeu até a última linha do livro, e me deixou curiosa por como pode ter continuado a vida de seus personagens.
terça-feira, 31 de julho de 2012
sábado, 28 de julho de 2012
Highlands - Terras altas da Escócia
Desde que comecei a planejar esta viagem para a Escócia, eu sabia que queria ir para as Highlands, mais especificamente para a Skye Isle, mas não sabia como. A princípio, tinha pensado em fazer um bate-e-volta a partir de Edinburgo, mas graças a uma resposta que eu consegui em um site de viagens, soube que esse não era a melhor opção, pois eu teria que ir de ônibus e a distância era muito longa. Ainda neste site, acabei conseguindo a dica de algumas empresas que fazem este tipo de viagem, que na verdade é uma excursão. Eu nunca tinha viajado de excursão, simplesmente acho que não faz o meu tipo de viagem, mas neste caso, eu não vi outra saída, e lá fui eu, embarquei em uma viagem de 3 dias com a Haggis, em um micro-ônibus onde todas as pessoas eram de países de língua inglesa. Isso que dá pesquisar em inglês. Foi cansativo, muitas horas dentro do ônibus, mas a paisagem é simplesmente espetacular, diferente de qualquer outro lugar, valeu cada minuto! Também foi muito legal o fato de termos uma guia, pois passamos por vários locais históricos, onde as respectivas histórias eram fascinantes. Estivemos em Glencoe, que foi palco de uma das lutas mais sangrentas da região, envolvendo traições, um verdadeiro romance. No Loch Ness, fiquei surpresa ao ouvir o tanto de pessoas que realmente acham que o tal monstro existe, e não é só 1, mas sim 9 monstros! Visitamos o segundo castelo mais famoso da Escócia, Eilean Donan Castle, percorremos a Ilha de Skye, que é enorme, com uma beleza totalmente diferente de nossa idéia de ilha, super verde, com muitas ovelhas, e mar revolto, e Culloden Battlefield, local onte houve a maior guerra em solo britânico.
| Estes são os bois escoceses. Totalmente cabeludos, e muito maiores que os nossos. Tanto pêlo no rosto, é para proteger da neve e chuva contínua. |
| Definitvamente a Escócia é o lugar mais verde que já vi! |
| Caminhando pelas Highlands, lindo! |
| Teatro Escoces para apresentar a cultura local. Demais! |
| Lago Ness, ou Loch Ness como eles falam. Este lago tem mais água do que todos os outros lagos da UK juntos! |
| Lago Ness. Se tirasse toda a água dele e colocasse toda a população mundial ali, somente metade do lago seria preenchido! |
| Eilean Donan Castle |
| Beira-Mar. |
| Mais um castelo Escocês em nosso caminho. |
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Edinburgo
Edinburgo, a capital da Escócia é uma linda pequena cidade. Parece um cenário de filme antigo, com construções bem antigas e muito preservadas. Cheguei em Edinburgo às 10 horas da noite, que mais parecia 4 horas da tarde. Final de junho, então os dias são longos. O ônibus que peguei no aeroporto, vai direto para o Centro da Cidade, e o ponto final é em uma avenida. Descemos do ônibus, e eu já nem sabia para que lado olhava, de tantas construções lindas. E olha que nesta viagem eu já tinha passado por Paris e Irlanda, mas mesmo assim, a beleza de Edinburgo impressiona, pois alem das construções, o relevo da cidade é diferente, em pleno centro da cidade tem um vulcão de um lado, o Arthur´s Seat, e do outro lado, uma montanha rochosa com um castelo em cima!
Apesar de verão, estava frio. Após umas duas paradas a pé para perguntar a direção de meu hotel, cheguei no endereço que parecia ser o do hotel. Mas não tinha a menor cara de hotel, e ninguem atendia a campainha. Depois de muitas tentativas, resolvi perguntar para um rapaz que estava em um carro estacionado se ele podia me ajudar. Os escoceses são muito prestativos! Ele pegou um guia de ruas, falou para eu esperar ali, que ele ia achar o hotel. Ligou o carro e partiu. Em menos de 5 minutos estava de volta, para me dizer que tinha encontrado o local e me deixou lá. Fiquei pasma com a atitude! Este hotel merece uma mençao especial. A apenas 5 minutos a pé do centro, é um ótimo custo-benefício. Lindo, quarto super confortável, com pequenos mimos que eu não esperava, e pessoal da recepção muito atencioso e prestativo. Abbey Hotel.
| Vista do centro de Edinburgo |
Apesar de verão, estava frio. Após umas duas paradas a pé para perguntar a direção de meu hotel, cheguei no endereço que parecia ser o do hotel. Mas não tinha a menor cara de hotel, e ninguem atendia a campainha. Depois de muitas tentativas, resolvi perguntar para um rapaz que estava em um carro estacionado se ele podia me ajudar. Os escoceses são muito prestativos! Ele pegou um guia de ruas, falou para eu esperar ali, que ele ia achar o hotel. Ligou o carro e partiu. Em menos de 5 minutos estava de volta, para me dizer que tinha encontrado o local e me deixou lá. Fiquei pasma com a atitude! Este hotel merece uma mençao especial. A apenas 5 minutos a pé do centro, é um ótimo custo-benefício. Lindo, quarto super confortável, com pequenos mimos que eu não esperava, e pessoal da recepção muito atencioso e prestativo. Abbey Hotel.
| Castelo em cima de penhasco em pleno centro da cidade. |
| Subindo o Arthur´s Seat, vulcão extinto de Edinburgo. Era tanta cerração, que não dava para enxergar nada em direção nenhuma! |
| Esta é a flor mais comum da Irlanda e Escócia, está em todo lugar. |
| Vista da cidade a partir do Carlton´s Hill. Este morro ficava em um parque na minha rua. |
| Caminhando por Edinburgo |
| Rua do Teatro. Esta era a rua que eu tinha que caminhar para chegar ao Centro. |
| North Bridge, com o maior monumento do mundo já construído em homenagem a um escritor. |
domingo, 15 de julho de 2012
Dublin
É muito facil se apaixonar por Dublin, ou "Baile Átha Cliath", seu nome tradicional em Gaélico. Dublin potencializou a impressão que eu vinha tendo da Irlanda ao viajar pelo sul deste país: um povo super animado e receptivo, um cenário musical incrível, muito verde, cidade relativamente pequena e organizada, fácil de encontrar qualquer lugar, comida boa e a incrível Guiness para celebrar o final de tarde que ia até às 11 da noite!
Antes de viajar, eu dei a sorte de pegar algumas dicas com a irmã de uma amiga que morou nesta cidade por um tempo, então visitei lugares únicos, e ainda tenho uma boa listinha para a próxima vez que for para lá. Alguns lugares imperdíveis são: - o Temple Bar, bairro que reúne uma enorme concentração de pubs, seria assim uma mini-Vila Madalena; - The Iveagh Gardens é um jardim escondido e fica no centro, verdadeiro oásis verde; - Dublin City Gallery / The Hugh Lane, ver o estudio do Francis Bacon; - tomar uma "pint" (o nome do canecão de cerveja) no Pub Cobblestone em Smithfield, totalmente fora do circuito turístico e com uma banda sensacional (a melhor noite é segunda-feira), e mais estes:
Alguns lugares recomendados que ainda não fui desta vez, mas estão na lista: Filmbase,
Curved Street, Temple Bar, Dublin 2; IFI, Irish Film Institute, ótimo pra pegar um cineminha, tomar uma cerveja e comer uns petiscos; Howth, bairro de pescador, subir o morro e dar a volta na ilha; fábrica da Destilaria Jameson.
Antes de viajar, eu dei a sorte de pegar algumas dicas com a irmã de uma amiga que morou nesta cidade por um tempo, então visitei lugares únicos, e ainda tenho uma boa listinha para a próxima vez que for para lá. Alguns lugares imperdíveis são: - o Temple Bar, bairro que reúne uma enorme concentração de pubs, seria assim uma mini-Vila Madalena; - The Iveagh Gardens é um jardim escondido e fica no centro, verdadeiro oásis verde; - Dublin City Gallery / The Hugh Lane, ver o estudio do Francis Bacon; - tomar uma "pint" (o nome do canecão de cerveja) no Pub Cobblestone em Smithfield, totalmente fora do circuito turístico e com uma banda sensacional (a melhor noite é segunda-feira), e mais estes:
| Dublin às 6.30 hrs da manhã. |
| Fábrica da Guiness |
| Esta é a Key West Official, banda que toca nas rádios na Irlanda. Curtir este show deles na rua em frente ao St. Stephen´s Green, o parque da cidade, foi um privilégio! |
| Galway - Cidade que visitamos a caminho do oeste do país. Em poucos dias após nossa visita, ia ser a chegada da Volvo Ocean Race, que também passou por Santa Catarina, Itajaí. |
| Castelo também no nosso caminho rumo ao oeste do país. |
| Cliffs of Mother, nosso destino no oeste da Irlanda, paisagem lindíssima! |
| Cliffs of Mother. |
Alguns lugares recomendados que ainda não fui desta vez, mas estão na lista: Filmbase,
Curved Street, Temple Bar, Dublin 2; IFI, Irish Film Institute, ótimo pra pegar um cineminha, tomar uma cerveja e comer uns petiscos; Howth, bairro de pescador, subir o morro e dar a volta na ilha; fábrica da Destilaria Jameson.
sábado, 23 de junho de 2012
Irlanda – Bike Trip
Definitivamente essa viagem de bike foi a melhor pedida, acho que de nenhum outro modo eu teria conhecido tantos vilarejos, curtido tanto a paisagem, interagido com a cultura local! Os lugares que passamos foram incrivelmente
lindos. A Irlanda é extremamente verde, pois chove muito aqui, e a vegetação,
que também é Mata Atlântica!, cresce e floresce por todo lado. O roteiro foi
pelo sudoeste da Irlanda. Cidades pequenas, às vezes tão pequenas, que não dava
nem para chamar de vila. Mas todas com pousadinhas aconchegantes, restaurantes
que servem comida maravilhosa e pubs com Guiness e música ao vivo! Quase todo
bar tem musica ao vivo. A cultura irlandesa é super valorizada por aqui. Os
cantores nos pubs geralmente são também “story tellers”, contadores de estória,
e acaba virando um ambiente super interativo, demais!
Cheguei por Dublin, e já peguei o primeiro ônibus para Cork
City, o ponto de partida da viagem. Depois de 4 horas de viagem o ônibus nos
deixou no meio de uma avenida que beira o Rio Leiff, sob chuva e vendaval. Quem tem boca vai a Roma, e ignorando a chuva,
e perguntando muito, caminhei até um ponto de ônibus local, mais perguntas,
sotaque difícil de entender e consegui descer na frente da pousada que eu tinha
reservado, Garnish House. Delícia, chá quente e cookies de chegada,
hospitalidade irlandesa. Logo de cara conheci um grupo de 10 Californianos que
iam fazer uma rota parecida com a minha, e combinamos de pedalar juntos no dia
seguinte.
Deve ter sido algum anjo da guarda que colocou esse povo no
meu caminho, porque no primeiro dia, ao receber o detalhamento do caminho, eu
pensei de onde eu achei que ia conseguir pedalar 67 km em um dia por muitas
subidas e descidas, e ainda ter que me entender com um mapa de caminhos sem
nome de rua, entre outras dificuldades. E assim mais todos os outros dias... O pedal foi muito mais puxado
do que eu imaginava. O companheirismo, tentar entender mapas juntos, dar força,
dividir barrinhas, contar piada, se perder e se achar, tudo foi
essencial para conseguir chegar no final. E no final acabou que acabei pedalando com eles todos os dias. Just loved it!
Este local é Gougana Barra, o primeiro Parque Nacional criado na Irlanda. Lugar maravilhoso. Para chegar até lá, foram muitas subidas e descidas por um cenário deslumbrante!
Os Californians que conheci logo no primeiro dia de pedal. Parceria.
Nada como uma Guiness para repor as energias, delícia!!
Igrejinha na beira do lago. Cenário de filme.
No segundo dia, pedalamos de Gougana Barra para Ahakista, foram 'só' 43 kms, mas no final teve uma subida fortíssima. Este dia chegamos na praia. E a cidade onde ficamos, era minúscula, mas teve o pub mais marcante até agora. Um cantor incrível, muitas Guiness, maior astral.
No terceiro dia pedalamos de Ahakista para Baltimore. Pedal tranquilo hoje, 36 km, mas meu joelho doeu da subidona de ontem, tive que subir na van uns trechos. Baltimore é linda, uma cidade na costa, demos uma super sorte com o tempo. O quarto dia foi day free, e fomos de barco para uma ilha, alem de caminhar até um farol (foi ótimo usar outros músculos!), e curtirmos o dia, que só escurece às 11 da noite!
No quinto dia, o pedal foi de Baltimore para Clonakilty. Puxado, 58 km. Pedalmos por estradinhas super calmas, bucólicas, até um lago lindo o Lake Ine, onde almoçamos. De lá, mais estradinhas tranquilias de deliciosas de pedalar até Clonakilty. No trajeto, ainda paramos em um sitio arqueológico de 3 mil anos.
No sexto e último dia de pedal, fomos de Clonakilty para Kinsale. Foram 50 km de pedal bem tranquilo. Kinsale é o balneário mais baladalado por aqui. Ruazinhas lindas e coloridas, muitos barcos, lojas, um restaurante delicious e um pub com um show inacreditável!
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| Final do primeiro dia de pedal. |
Os Californians que conheci logo no primeiro dia de pedal. Parceria.
Nada como uma Guiness para repor as energias, delícia!!
Igrejinha na beira do lago. Cenário de filme.
No segundo dia, pedalamos de Gougana Barra para Ahakista, foram 'só' 43 kms, mas no final teve uma subida fortíssima. Este dia chegamos na praia. E a cidade onde ficamos, era minúscula, mas teve o pub mais marcante até agora. Um cantor incrível, muitas Guiness, maior astral.
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| Para que lado eu vou??? |
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| Primeira vista do mar. |
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| Cheers! |
No terceiro dia pedalamos de Ahakista para Baltimore. Pedal tranquilo hoje, 36 km, mas meu joelho doeu da subidona de ontem, tive que subir na van uns trechos. Baltimore é linda, uma cidade na costa, demos uma super sorte com o tempo. O quarto dia foi day free, e fomos de barco para uma ilha, alem de caminhar até um farol (foi ótimo usar outros músculos!), e curtirmos o dia, que só escurece às 11 da noite!
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| Baltimore |
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| Na ilha |
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| Almoço na ilha. Ahhhhh férias, tudo de bom!!! |
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| Baltimore. |
No quinto dia, o pedal foi de Baltimore para Clonakilty. Puxado, 58 km. Pedalmos por estradinhas super calmas, bucólicas, até um lago lindo o Lake Ine, onde almoçamos. De lá, mais estradinhas tranquilias de deliciosas de pedalar até Clonakilty. No trajeto, ainda paramos em um sitio arqueológico de 3 mil anos.
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| From town to town. |
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| Sítio arqueológico. Solstício de inverno. |
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| Parece que o baterista do Jimi Hendrix tocou por aqui. |
No sexto e último dia de pedal, fomos de Clonakilty para Kinsale. Foram 50 km de pedal bem tranquilo. Kinsale é o balneário mais baladalado por aqui. Ruazinhas lindas e coloridas, muitos barcos, lojas, um restaurante delicious e um pub com um show inacreditável!
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| Streets. |
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| Pub. |
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| Showzinho intimista sensacional! |
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Paris parte I
Paris parte I já era, as férias voam! Eu achei que Paris ia ser só uma etapa
“em transito” da trip, mas essa cidade é realmente incrível. Apesar de eu não
ser muito urbana, e não costumar gostar de grandes cidades, tenho que admitir
que é uma delícia simplesmente andar por aqui, literalmente ser turista. A
cidade é um museu a ceu aberto, arte para todo lado, Rodin exposto em plena praça
pública, exposição de Degas a menos de 5 minutos, uma infinidade de Van Goghs e Monets no mesmo
pacote do Degas, e tropecei na Sorbonne ao procurar um supermercado aqui perto
do hotel para comprar água. A dica do super blog de viagens Escapismo Genuíno , me recomendando o Quartier Latin, foi fundamental para a escolha de meu hotel, que apesar de simples, é
um ótimo custo-benefício pela localização. Para quem gosta de caminhar, dá para
fazer 90% dos principais atrativos a pé. O Hotel Du Mont Blanc fica bem no
coração do Quartier Latin, e na mesma rua há inúmeros bares e restaurantes.
| Simplesmente sendo turista. Sorvete Bertillon à beira do Rio Sena. |
Os meus 3 dias de Paris foram super intensos, mas não deram nem para fazer o básico dos atrativos, talvez pelo fato de eu ter optado por
me perder caminhando por bairros super charmosos, como o próprio Quartier Latin,
Saint Germain De Prés, e a maior descoberta de todas, o Marais, como pode ser
tão fascinante?!
Entre os "must do", já tenho inúmeros favoritos. O Museu
D´Orsay é lindíssimo. Alem de tudo de lindo que há lá dentro, a construção em si é
maravilhosa, uma antiga estação de trem que foi transformada em museu.
| Ponte sobre o Sena. |
Vale ainda um passeio por Montmartre, o bairro alto dos artistas de rua
onde fica a Sacre-Coeur.
A região da Bastilha, onde fica o Pompidou, que aliás
uauuuuuuu o Pompidou, imperdível!!! , também ferve.
Uma sugestão imperdível do Escapismo Genuíno, para quem
gosta de ler, é a livraria Shakespeare & Co. Eu já tinha passado por várias
livrarias aqui, mas esta é a única com quase a totalidade dos títulos em
inglês, e uma seção de livros asiáticos, africanos e mesmo latino-americanos,
que eu nunca vi em outro lugar. Subindo a escadaria, há uma sala improvisada
com sessões de piano e sarau. Dei a sorte de estar por lá no início de uma apresentação,
e foi demais!
| Exposição Degas no D´Orsay, com direto às Bailarinas. |
Adorei também fazer longas caminhadas ao longo do Rio Sena. Não
consigo acreditar neste rio tão verdinho e caudaloso cortando esta metrópole.
Só de lembrar que há 1 mês pedalei na ciclovia em Sampa que beira o Rio
Pinheiros, e lá a sujeira e cheiro são
companhia constante.
Como nem tudo são flores, há de se ter muita atenção
com os pick pockets. No segundo dia, meu cartão de crédito simplesmente
sumiu do bolso interno da minha jaqueta. Não vi nada, mistério total, fui
procurar e não estava mais lá.
| Museu D´Orsay, antiga estação de trem. Lindo. |
Amanhã, dia 15, voarei para Dublin. A tal Ryan Air, que tem
os vôos mais baratos, sai do aeroporto de Paris Beauvais. Ninguém sabia me
informar como chegar lá. Acabei descobrindo que fica a 80 km de Paris, e que o
melhor jeito de ir de Paris a Beauvais leva simplesmente 3 horas, metrô +
ônibus, ou seja, o dia vai ser longo.
| Livraria Shakespeare & Co. |
| O melhor Falafel de Paris. No Marais. Não resisti quando vi várias pessoas passando com um falafel | na mão. |
| Pompidou. Incrível, apaixonante. |
| Por ali. |
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